sábado, 5 de novembro de 2011

PROPOSTAS

- Propostas para a construção de um CAP de TODOS:

  • Reestruturar fisicamente o CAP: oferecer oficinas/atividades culturais que reúnam pessoas para transformar o espaço físico em algo agradável para convivência;

  • Criar espaços de formação teórico-prática que atenda as demandas dos estudantes, com temáticas de seus interesses, tais como musicalização na escola, libras, artesanato, horta...

  • Prestação de contas mensal, tendo algumas pessoas responsáveis especialmente pelas finanças do CAP;

  • Realizar atividades culturais que colaborem no financiamento das nossas movimentações;

  • Atividades culturais uma vez por semana, com objetivos diversos, entre o mais pontual de reunir pessoas para se conhecerem, se identificarem. Atividades, tais como: PipoCAP, oficinas, esportes, música, dança, artes, CAPpuccino, clown, festas, pizzadas...

  • Articulação com CALI (Centro Acadêmico da Licenciatura Integrada - 56), APG (Associação de Pós-Graduandos), LHU (Liga das Humanas Unidas - ESPORTES!!!), e outros Centros Acadêmicos;

  • Articulação com coletivos como Coletivo de Rádios Livres, Marcha da Vadias, Grupo Identidade, MST, MTST...

  • Articulação com EEEPe-SP (Executiva Estadual de Estudantes de Pedagogia – SP) e ExNEPe (Executiva Nacional de Estudantes de Pedagogia);

  • Calourada Unificada entre universidades (USP, UNESP, UFSCar...)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

O que é o CAP? Que CAP queremos?

A discussão começou sem respostas concretas, apenas com algo que parecia óbvio (e não era!): “o CAP é um lugar legal, onde todos podem ir e participar...!”, mas o que isso significa? Ninguém sabia, ninguém sabe.

O que pareceu fazer mais sentido foi que “o CAP não é, ele está!” É difícil CONSTRUIR um espaço que não se atém ao espaço, um coletivo de pessoas que não se atém às pessoas, pois tudo é volátil demais, tudo está em movimento, um movimento de estudantes, um pouco de tudo, um pouco de todos.

Hoje, ele parece um rodízio das mesmas pessoas, um pouco mais dos mesmos com nomes diferentes, falta pessoas, falta esportes, falta arte, falta amor, falta... Poucos discutindo e decidindo por todos! É preciso uma política CONSTRUÍDA coletivamente, vista do coletivo para o coletivo; onde se descubra a importância de uma formação que ultrapasse as barreiras do formal, que incite a naturalidade no criar e recriar idéias.

Podemos ver o CAP como um espaço aberto, entendido como espaço de formação além sala de aula, para troca de idéias e organização dos estudantes. Um instrumento de luta, onde haja descontração e informalidade, mas que todos os pensamentos sejam ouvidos sem tolhimentos.

Sendo uma chapa independente, defendemos a pluralidade de idéias dentro do CAP, que todas as idéias possam ser expressas, que todas as posições políticas possam ser expostas, que todos e cada um possa ser quem é, pensar o que quer e explicitar tudo isso sem recalques. Independente das divergências, que todos se unam por uma causa única, por uma mesma bandeira: a do movimento estudantil.

Nosso CAP é só o chão,

tragam seu tijolos,

estamos em CONSTRUÇÃO!